"Todos devíamos poder ser cidadãos de todo o mundo - ou, pelo menos, filhos de todos os sítios de que gostamos, dos países dos nossos afectos. Sei cada vez menos quantas pátrias tenho(...)"
"Aonde o Vento Me Levar" (p. 68), de Manuel Jorge Marmelo, que tive o grato prazer de conhecer hoje, pessoalmente, na aula de Literatura Portuguesa com o 10º I. Bem-hajas, Inês Azevedo!